Alinne Moraes: modelo vivo

Cintura fina, quadris delicadamente desenhados, boca provocante, olhar perturbador. Sim, Alinne Moraes é uma deusa. E também uma mulher de vida dupla... no melhor dos sentidos. O que ela esconde por trás de tanta beleza nós revelamos aqui. Como os sonhos que cultivava na infância, a paixão platônica pelo professor e as duras lições que aprendeu a partir da fama.

Texto: Dalila Magarian | fotos: Maurício Nahas
O que você faria se recebesse de uma revista masculina o título de mulher mais sexy do mundo, fosse eleita embaixadora de uma linha internacional de cosméticos e namorasse um gato? Pois Alinne Moraes, com grafia atual sugerida pela numerologia, resolveu virar... homem! A atriz deu uma guinada e encarnou um deus hindu. A peça Dhrama - O Incrível Diálogo entre Krishna e Arjuna, marcou sua estréia no teatro, este ano, com sucesso de crítica. Desde 2002, quando seu rosto de boneca surgiu pela primeira vez na tevê, já contabiliza seis novelas e um longa-metragem (Fica Comigo Esta Noite, dirigido por João Falcão). O tremendo sucesso é resultado de esforço pessoal, determinação e vontade de acertar. Que tal conhecer a outra face de Aline Cristine de Magalhães e Morais?

NOVA Quais eram as suas ambições antes de ficar famosa?
Alline
- Aos 10, 11 anos, já pensava em ter casa própria, morar sozinha e ser independente. Gostava de desenhar um lugar simples, no meio do verde, com pássaros e cachorros, pois adoro animais. Aos 18, concretizei o desejo.

NOVA A pior lembrança da infância...
Alinne
- Foi o dia em que entendi o que significa ser filha única e não ter alguém com quem dividir. Morava com a minha mãe e, quando levava bronca, me escondia num armário. Ali, fechada, ficava pensando, completamente só. Mas essa solidão também me ajudou a amadurecer.

NOVA Quem você admirava naquela época?
Alinne
- Minha mãe foi meu principal ídolo. Professora de educação artística, trabalhava em escola pública e sempre batalhou. Eu a acompanhava e via quanto era querida e respeitada pelos alunos. Puxei dela a veia artística.

Páginas: