Tantas mulheres acham a coisa desagradável, que a gente até estranha quando algumas vozes se levantam para defendê-la. Mas estas garotas têm bons argumentos a favor da prática.
"Acho que nasci com talento pra coisa. Foi minha primeira experiência. Era virgem de tudo e de repente pintou um clima irresistível. Na época, ainda não se falava em aids; o grande medo da gente era engravidar. Como eu não tomava pílula e meu namorado não tinha camisinha, fizemos oque, então, era o sexo mais seguro do mundo. Estávamos tão excitados e sintonizados um com o outro que não perguntei o que ele pretendia nem ele me perguntou se podia: simplesmente aconteceu e foi fantástico. Não senti um pingo de dor e os orgasmos que tive mais tarde, com penetração vaginal, nunca chegaram perto daquele. Pra mim, relação completa é com sexo anal. Só tem um porém: preciso estar apaixonada. Senão, nem pensar. É íntimo demais para fazer por simples empolgação e tesão.”
Marta estava doida para contar essa história. Na única outra vez que tentou, a amiga que a ouvia interrompeu com cara de “Deus me livre!” misturada com “Tá bom, vou fazer de conta que acredito” e ainda teve a suprema falta de diplomacia de dizer que achava nojento aquele tipo de conversa. Marta ficou injuriadíssima. Aos 45 anos, publicitária com alguns prêmios no currículo, um de seus maiores orgulhos é esse talento especial na cama. Por isso, animou-se toda para dar depoimento, embora tenha ficado de olho nas minhas reações, pronta para me mandar passear ao menor sinal de descrédito. Então, fiz de tudo para não decepcioná-la. Entre outras coisas, contei a história da Kátia (“Claro, não é o nome verdadeiro; não vou colocar o dela, nem o seu, nem o de ninguém”), uma promotora de eventos chiquérrima que desde a adolescência se imaginava praticando sexo anal. Quando o namorado sugeriu, porém, ela adiou a estréia porque percebeu que ele estava era preocupado em não tirar sua virgindade.
Aos 17 anos (hoje tem 27), Kátia já não era mulher de fazer ou deixar de fazer alguma coisa por medo do que os outros iriam pensar: “Eu não estava nem aí para hímen e fiz questão de perder a virgindade ‘normal’. Mas na mesma semana estreamos o ‘outro lado’. Apesar da nossa inexperiência, com ele foi melhor do que com todos os parceiros que tive depois. Porque, como nós dois éramos virgens, não usávamos camisinha; então, dava para sentir o calor do esperma jorrando. Fico toda, todinha arrepiada só de lembrar...”
E não é que fica mesmo? Foi a única que vi se arrepiar ao falar do assunto. Por outro lado, a maioria admitiu que o grande barato do sexo anal é a sensação de estar fazendo uma coisa que tanta gente (mulheres, principalmente) acha errada, feia, suja. No fundo, a gente curte demais a idéia de ser um tanto depravada. Olhando para a santista Maria Carolina, toda séria em seu comportadíssimo terninho de secretária executiva, ninguém diz que está sempre pronta para o que der e vier. Confesso que ela me deixou meio desconcertada com a franqueza e o linguajar que usou. Ainda mais considerando-se que é uma loira miudinha, de traços delicados, que já fez 30 anos mas não parece ter mais de 20.
Confira nossas dicas picantes de sexo e prepare-se para orgasmos múltiplos
O expert Marco Antônio de Biaggi responde suas dúvidas sobre cabelos
Clique e encontre posições quentes, com desenho e explicação
Confira nossa aula de strip-tease e enlouqueça seu homem ainda mais!
Dicas de sexo para seu homem ler e intensificar o prazer de vocês na cama
Como mandar a ex-namorada dele para longe e curtir a vida a dois